Deus se manifesta
por uma NUVEM como aproximação para se manifestar
por um HOMEM: Moisés.
Deus se manifesta
pelas Escrituras Sagradas como aproximação
para se manifestar por CRISTO.
Deus se manifesta
em Cristo por APROXIMAÇÃO para se manifestar
por muito FILHOS, na terra.
Esse
PENSAMENTO deixaria os gregos loucos, porque Platão
fala do UNO (Mundo Inteligível) como inatingível.

Platão dividi o
mundo entre: Mundo Sensível e Mundo Inteligível.
Platão
afirma haver dois mundos diferentes e separados:
1) o mundo sensível,
dos fenômenos e acessível aos sentidos; e
2) o mundo das idéias gerais (inteligível),
"das essências imutáveis, que o homem
atinge pela contemplação e pela depuração
dos enganos dos sentidos".
DETALHE:
O
Mundo das Idéias ou Inteligível Platão
chamou o conjunto de Idéias de “Hiperurânio”
(acima do céu), termo usado na sua obra Fedro. Neste
“mundo” existem idéias para todas as
coisas (Idéias de valores estéticos, Idéias
de valores morais, Ideais de entes corpóreos, etc).
Estas idéias caracterizam a chamada “substância”,
que é desprovida de cor, forma ou qualquer outro
aspecto físico. O importante é que todas elas
são incorruptíveis e não estão
sujeitas a geração.
Para Platão, ninguém poderia alcançar
este mundo “superceleste”, a não ser
que possuísse as condições necessárias
para tal feito, no caso, possuir o conhecimento das verdadeiras
causas. Apenas o filósofo, aquele que consegue desenvolver
a “parte mais elevada de sua alma” poderia conhecer
o Mundo Inteligível. Ele, ao alcançar tal
conhecimento, adquire as capacidades para bem viver, tanto
sua vida individual, como social.
Pode contemplar tais idéias e usá-las no seu
mundo. O filósofo contempla o sol e pode voltar à
caverna. Diante disso, pode-se concluir que a teoria das
Idéias de Platão pretendeu sustentar que o
sensível só pode ser explicado mediante o
recurso do su-pra-sensível, o relativo mediante o
absoluto, o sujeito a movimento mediante o imutável,
o corruptível mediante o eterno. Esta é a
meta do pensamento de Platão, a busca de uma “condição
incondicionada” para o conhecimento, o encontro com
o ab-soluto fundamento da verdade. O “verdadeiro ser”
é constituído pela “realidade inteligível”.
Como o filósofo nunca está pronto, nunca chegará
ao "Mundo Inteligível".
A elevação genérica é a constatação
de que somente por meio da oralidade dialética é
possível obter o que Platão quis ocultar nos
Diálogos, quando não se refere diretamente
ao Bem-em-si, mas somente de forma metafórica, porque
os discípulos mais próximos sabiam muito bem,
como afirma Aristóteles, que a essência do
BEM é o UNO.
A metafísica acadêmica também definia
o UNO como Princípio de tudo, a partir do modelo
matemático, pois neste sentido, ele é a primeira
medida do Número Ideal e da Idéia-Número,
o que equivale dizer que ele é a “Medida Exatíssima”,
a meta-idéia, que está acima do número
matemático e do qual são derivados todos os
números.
Após esta discussão é válido
afirmar que ao Uno como Princípio vale a definição
de “Medida Exatíssima” do número
ideal, do qual derivamos todo o restante da multiplicidade.
AGORA, como explicar para a humanidade que Cristo veio fazer
a UNIÃO do homem com Deus, o UNO. E que é
pela FÉ que o homem obtém da ELEVAÇÃO
para crê e se unir ao UNO - DEUS?
Jesus era um homem como outro qualquer, com um diferencial,
SEM pecado. E este é um grande MISTÉRIO e
o CAMINHO para se UNIR a Deus: "Se
libertar do PECADO pelo Evangelho e tornar-se um só
com Deus."
Jesus disse (Jo 10.30): "Eu
e o Pai somos um".
Quando
Jesus falou essa expressão, qual foi a resposta dos
judeus? "Os judeus
pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar
(Jo 10.31)."
E com relação aos que aceitam o plano de Deus
estabelecido no Evangelho, para perdão dos pecados,
temos: "Para que
todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim,
e eu em ti; que também eles sejam um em nós,
para que o mundo creia que tu me enviaste (João 17.21)."
Adão
e Eva viviam com o UNO, e isso era o NATURAL.
Hoje,
Deus quer retornar as coisas como era desde o princípio,
e o homem acha isso impossível.
Cont...